terça-feira, 9 de agosto de 2011

ECONOMIA COMPARTILHADA, UTOPIA OU PARCIALMENTE REALIZADE ? - Mais que Economia Solidária - Compartilhamento equânime de todos os bens e recursos conseguidos - Uma nova ética que se impõe para os relacionamentos, por opção consciente e não por tendência biológica - Por justiça e amor racional. - A humanidade está caminhando para esta forma de economia ? - Por consciência ou por necessidade ?....

Para os humanos, a economia compartilhada
 seria um super avanço....
porque os animais já a utilizam !!

ECONOMIA COMPARTILHADA - Realidade ou Utopia ?
Comunidades - Grupos - Tudo em comum - Em oposição à economia individualizada - Relação com os princípios do socialismo e comunismo - Como viviam os primeiros cristãos - Famílias - Clãs - Socialização dos recursos naturais e das potencialidades e habilidades humanas - Uma ética baseada na "justiça do amor social" - Responsabilidade pelo grupo, pela espécie humana - Todos assumem vantagens e prejuízos - Todos se assumem como integrantes de um grande indivíduo : o grupo, pequeno, médio, maior, que engloba toda a humanidade - Os estados modernos concretizam a economia compartilhada através do aumento dos benefícios sociais e da melhoria nos serviços públicos - A divisão dos bens e benefícios conquistados é feita de forma equitativa - Sem diferenciação de valores a diferentes funções ou profissões - Propriedade privada coletiva em oposição à propriedade privada individual.

                                                                                                                                                                       

"Os princípios da Economia Compartilhada foram desenvolvidos ao longo de
eras nas comunidades antigas, civilizadas ou indígenas, e provieram da
atração mística ao sobrenatural." - do autor


"Se pudéssemos voltar ao modelo de organização social do índio pré-colombiano, onde cada família ou comunidade produzia apenas para o auto-consumo, onde inexistia a ambição, o luxo e as castas sociais, todos seriam iguais, comeriam e se vestiriam da mesma forma. Este caminho, embora de dificílimo acesso e percurso, parece ser o único que pode levar a humanidade, a natureza e este planeta azul à sua salvação" !! - Do artigo de Salvador Ribeiro "Ainda há salvação para esta humanidade" ?



Luiz A. V. Spinola


A ECONOMIA COMPARTILHADA É POSSÍVEL ?

É possível a existência de uma comunidade de seres humanos baseada no compartilhamento de todos os recursos conseguidos ? Uma divisão equitativa de todos os valores monetários e bens, independentemente do quanto cada indivíduo possa contribuir ?....Isso é possível ?

Há dias venho pensando sobre este assunto, e como a mente tarda em retornar-me uma solução, coloco agora, no papel e nas letras digitadas os muitos questionamentos e proposições que naturalmente apresentam-se, esperando que, no desenvolver deste texto, muitas dúvidas possam ser aclaradas. Neste processo, a publicação certamente será de benefício para acoroçoar mentes a aperfeiçoarem a comprensão do conhecimento coletivo sobre tema tão interessante.

Momentos psicológicos de retração fazem, muitas vezes, as pessoas procurarem formas imaginativas de escape. O desejo de uma vida compartilhada parece ser um deles. De fato, uma vida em comum é um quase perfeito retorno ao estado familiar, onde e quando todos são tratados como iguais e tem suas necessidades, inclusive as afetivas, atendidas por dedicados pais ou por carinhosos irmãos e irmãs provedores.


UMA ECONOMIA PARA ALÉM DO INDIVIDUALISMO E DA "BONDADE"

Mas, então, como seria esta "sociedade utópica" ? A primeira pergunta que se faz é sobre a questão dos méritos. Seria justo um indivíduo contribuir, por ex, com quatro salários-mínimos, enquanto outro acresce ao "bolão" apenas um salário ?....Os participantes de uma sociedade igualitária teriam que elevar suas consciências para além da solidariedade. A solidariedade, na sociedade atual, pressupõe que quem a manifesta expressa uma bondade, ou quando muito uma atitude de cooperação visando o bem comum. Para a consecução de uma sociedade igualitária há que se ter, além da bondade, uma consciência interpretativa de uma nova justiça. Pode-se pensar assim : "Até hoje era justo retribuir-se com salários ou bens a cada um conforme os seus méritos e esforços". No entanto, na nova sociedade, considera-se justo, para além da bondade, dos dons, dos méritos e dos esforços, o reconhecimento e a devolução de direitos sociais, além da aceitação da responsabilidade do "indivíduo social". Depois discriminaremos mais sobre este assunto, que está ficando, por ora, muito teórico.

Afinal, como seria, na prática, uma viável sociedade que compartilhasse todas as suas entradas ?....Em um primeiro momento podemos supor que um grupo de pessoas com ideais afins, além deste - o de compartilhar valores e bens conquistados - teria mais possibilidades de sucesso. Além disto, se as pessoas e famílias deste grupo optassem por formas de vida mais simples, com certeza estariam facilitando a concretização de sua economia compartilhada.


A ÉTICA DO CRESCIMENTO EM QUALIDADE

Quando há disputa e concorrência por um lado e, por outro, esforço e apresentação de resultados, a sociedade progride rapidamente em muitos sentidos, especialmente no material.
Os indivíduos são estimulados a serem melhores a fim de ganharem melhores salários. O mundo tem evoluido desta forma, porém pode e deve ser diferente, por várias razões. Uma delas é a crescente apropriação, pelos humanos, sobre os recursos naturais. A sociedade está a evoluir, porém com quais custos ambientais ? Estes custos estão sendo pagos ? Não !! Nossa sociedade se apropria da natureza e a ela quase nada paga. Sua dívida já é incomensurável. É, pois, aconselhável que a humanidade adote uma ética de menor estímulo ao crescimento econômico e demográfico. Portanto, estimular maiores ganhos através dos muitos mecanismos da economia individualista e capitalista não é bom para o planeta terra e coloca em risco a sobrevivência de muitas espécies, além dos próprios seres humanos.

De agora em diante será melhor estimular a conquista de conhecimentos e habilidades que sejam úteis à sociedade, independentemente se os seus exercícios são bem remunerados ou não. O crescimento nesta nova era deve ser na horizontal, ou seja, em qualidade, tal como o alcance da completa justiça social e a possível harmonia com a natureza.


A ECONOMIA COMPARTILHADA, NA PRÁTICA

Embora possamos, posteriormente, imaginar variadas estruturas sociais baseadas na economia compartilhada, vamos agora nos ater àquela forma que vimos ser a mais adequada, ou seja, a de uma comunidade constituida por indivíduos portadores de ideais similares, além de serem amantes de uma vida simples.

Os ideais similares estariam, certamente, em harmonia com vontades de novas e humanas formas de convivência e com o genuíno respeito a todas as vidas e ao meio ambiente. Teorias e práticas alternativas seriam expressões deste objetivo final : uma busca da perfeita sincronização  às leis naturais e cósmicas. A vivência em ambientes simples, destituida dos excessivos atrativos tecnológicos e, principalmente, do exagerado consumismo, seria uma componente essencial ao sucesso desta almejada sociedade de economia compartilhada.

Independente de suas habilidades, aptidões, dons, dotes, propensões, estudos ou profissões, todos colocariam em um mesmo fundo todos os seus ganhos. A soma destes ganhos seria dividida igualmente pelos participantes produtivos, indiretamente produtivos e improdutivos, seja pelo retorno monetário ou pela oferta de bens e serviços necessários. Todos os que pudessem trabalhar assumiriam, como suas responsabilidades, os doentes, os adolescentes, as crianças, as grávidas, os idosos e aqueles que, por qualquer motivo, inclusive uma renitente indolência, não pudessem somar boas quantias ao "bolão de entradas".

Nesta hipotética comunidade - que estamos pensando de forma a facilitar o sucesso da economia compartilhada - o "bolão" poderá ser o lucro final de algum empreendimento em conjunto (ou empreendimentos). Se todos trabalhassem, por ex., na produção rural de mel, ou no plantio de banana e sua industrialização, seria bem mais fácil o compartilhamento de suas rendas. Todos ganhariam a mesma quantia, independente de suas funções.

No entanto, uma comunidade de ideais similares pode ter suas entradas através de diferentes maneiras : pelos trabalhos individuais de seus membros prestados à comunidade comum ; pelos resultados conseguidos em pequenas indústrias e na produção rural ; pelos ganhos com produções artísticas, intelectuais ou literárias, além de outras entradas, como as aposentadorias de alguns membros ou as rendas advindas de atividades comerciais.


AS BASES IDEOLÓGICAS

Antes de fazermos um exercício de maior detalhamento prático, vamos rever e enriquecer um pouco mais as bases ideológicas da economia compartilhada. Em primeiro lugar, a economia compartilhada, para os seres humanos, é uma opção a ser tomada. A tendênca natural entre os mamíferos é a do predomínio e da apropriação de territórios e recursos. Esta é, sem constrangimentos em reconhecer, a base econômica de nossa civilização. Entre os humanos o predomínio e a apropriação estenderam-se para o âmbito dos dotes naturais, dos dotes adquiridos e, finalmente, dos conhecimentos acumulados. Nada parece tão normal nos dias de hoje que a grande valoração da informações provenientes do conhecimento, nato ou adquirido.



QUAL DEVE SER A CONSCIÊNCIA DE UM PARTICIPANTE ?

A visão de um participante em uma sociedade de economia compartilhada tem que, necessariamente - e por adoção de uma consciência conquistada - ser uma outra visão, bem distinta do que comumente se entende. As propensões e os dons são tidos como valores doados. Mesmo a dedicação e o esforço aplicados a um estudo ou a uma profissão são vistos como dons, ou seja, tal característica - a de gostar de dedicar-se a uma pesquisa ou a um trabalho - foi-lhe concedida gratuitamente pela vida e, gratuitamente, seus resultados positivos devem ser também doados e compartilhados. A aquisição de posses advindas da ambição individual é nula, ou melhor, inexistente nos planos de ação de um consciente membro de uma comunidade de economia compartilhada. Ademais, o refinado senso de justiça do membro dita-lhe que todas as funções e graus de instrução são necessárias e imprescindíveis ao sucesso do conjunto dos empreendimentos humanos.


O PRINCÍPIO DA "ALTERIDADE"

O sentimento de um participante em um grupo de compartilhamento de recursos deve ser um inusitado sentimento humano de amor. Este amor "racional ou justo" pode ser o resultado do impulso do amor expontâneo e, especialmente, do reconhecimento da sutil justiça que deve reinar entre as relações dos seres humanos. Na opção da economia compartilhada o sentimento de solidariedade e de bondade se elevam ainda mais, para as alturas das plagas do justo amor universal. Tal amor não é "piegas" , é fruto de sua consciência ampliada, ou a consciência para além de si mesmo. Ele deixa de vivenciar apenas seus interesses pessoais para vivenciar "seus interesses individuais coletivos". Os termos atrás foram colocados entre aspas para salientar o princípio da alteridade, ou seja, a consciência de que o meu verdadeiro eu está integrado no outro e no todo, para além de mim mesmo, distribuido entre todos os outros indivíduos. Uns chamam este estado de "consciência planetária". É o estado em que as minhas conquistas (ou felicidades) e problemas (ou infelicidades) não são apenas meus, mas de todos os seres humanos. Por outro lado, as conquistas e os problemas dos outros também são os meus. Este é o princípio básico que fundamenta a economia compartilhada !


JÁ É PARCIALMENTE REALIDADE

Isto tudo parece tão utópico ? Não é, não !! As sociedades modernas experimentam, até certo ponto, a concretização destes princípios : são os programas de concessão de direitos sociais que crescentemente se contrapõem às insistentes forças neo-liberais. No Brasil, por ex., o vale transporte, o vale refeição, o salário família, os programas de melhoria dos serviços públicos e vários outros são expressões desta inexorável tendência de priorizar o social, o público, o outro, o coletivo, o que está para além de cada indivíduo. Em princípio, o estado toma riquezas dos que auferem maiores lucros e as transfere aos menos favorecidos dentro de uma sociedade que transita para uma mistura entre capitalista e socialista.
Na verdade, já vivenciamos até um certo ponto o conceito de economia compartilhada. Alguns estudiosos definem esta tendência, muito similar à Economia Compartilhada,  como Economia Social. Porquê, então, comunidades devem se excluir deste processo, que parcialmente é real e que parece tanto prometer ?


ECONOMIA COMPARTILHADA : UM MODELO PARA A SOCIEDADE FUTURA !!

Realmente, e felizmente, podemos esperar que a civilização adotará - em um futuro remoto - os princípios que embasam a economia compartilhada. Em um futuro remoto...ou mesmo não tão remoto....mas as forças reacionários são muito fortes, e com elas as mentes sonhadoras, de idealistas, não se conformam. Desejam concretizar, nesta geração - e em suas vidas - uma nova e adequada forma de convivência humana : a economia compartilhada !! Este é o principal motivo destas considerações e propostas. Sua missão é indispensável à evolução da civilização : serão os pioneiros e os modelos para uma Nova Humanidade !!

Pode continuar....

Luiz Antonio Vieira Spinola,
São Carlos, 2 de março de 2010

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domingo, 26 de junho de 2011

INTERNACIONALIZAÇÃO OU GLOBALIZAÇÃO, DESDE QUANDO ? - Integração entre nações - União dos povos - Unidade mundial - Princípios universais - ONU - Liga das nações - Organismos internacionais soberanos - Tendências mundiais - Um nova ordem internacional - Planetarização - Diluição das culturas ? - As invenções e o desenvolvimento científico também demandam maior grau de integração - Necessidade de união para enfrentar os graves problemas sociais e ambientais - Proteção mundial contra os poderosos que teimam em explorar pessoas, grupos, nações e blocos de nações - Unir-se em defesa da vida e do planeta - O sistema anarquico(sem governo indireto) e a democracia plena devem substituir as obsoletas formas de governo - Por um mundo possível, ou que possa, pelo menos, ser salvo !!

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Em Ambiente Ecológico - blog

INTERNACIONALIZAÇÃO OU GLOBALIZAÇÃO, DESDE QUANDO ?



PRIMEIRA MENSAGEM AO
“GRUPO AMBIENTE GLOBAL”



Foto : do site A sociedade como um todo


"Já chegou o tempo em que a humanidade precisa se unir na marcha ao desenvolvimento, pois de uma maneira cada vez mais crescente as nações se deparam com problemas coletivos e vêem a necessidade de adotarem soluções conjuntas." - frase de um jovem hoseide, em 1970


A civilização passou por vários estágios de desenvolvimento social. Famílias, tribos, clãs, nações, grupos de nações, e agora dirige-se à internacionalidade, ou à “aldeia global”.

O que marcou a transição de um estágio para outro foi sempre a intensificação dos problemas entre as unidades. Assim, as unidades tribais, quando experimentavam um excesso de problemas entre si, reuniam-se estrategicamente em um clã. Adiante, com a evolução das relações sociais, das invenções e dos conseqüentes problemas, os vários clãs de uma região agregavam-se em uma nação. Assim, muitas delas surgiram e se aperfeiçoaram em seus vários aspectos, cada uma mantendo sua identidade e suas características culturais. Nos dias de hoje os problemas entre as nações se avolumam, e não se vê outra alternativa senão a união das nações do planeta em torno de uma única agregação. 

 

Este processo, como vimos, desde os tempos mais remotos, mostra-se ser comprovado e decisivo. Um maior nível de associação para a solução de problemas é claramente uma característica das relações sociais humanas.( e entre animais, plantas e micróbios também!)

Sob uma outra perspectiva, pode-se defender que um outro elemento antecede os problemas e que, portanto, seria a verdadeira causa das agregações tendencialmente mais abrangentes : A contínua evolução científica e tecnológica. Sob este enfoque, esta afirmação não deixa de ser verdade. Os problemas acontecem, em grande parte, devido à inadequação social de uma unidade (um clã, uma nação, etc.) em harmonizar-se com o advento de novas invenções e recursos tecnológicos, e seus conseqüentes requerimentos. 

 

Ainda sob uma terceira perspectiva, poder-se-ia afirmar que as unidades de agregação se unem e transitam para um nível mais abrangente, movidas pela necessidade de se defenderem de líderes, organizações ou nações que avançam em seus desígnios de apropriação e imperialismo. A história é repleta destes exemplos, e comprova esta asserção. Famílias aproveitam-se dos recursos de outras famílias. Tribos e clãs se degladiam para tomarem mulheres, víveres e terras uns dos outros. Nações beligerantes e dominadoras expropriam outras e as submetem a seus jugos. Além das tendências imperialistas de alguns povos e nações da atual humanidade, uma peculiar unidade de agregação tenta emergir-se, impositivamente, no centro desta fase de transição : as corporações que representam os poderes econômico, classista ou ideológico. 

 

Nos dias de hoje, as nações e os blocos de nações teriam que se unir para enfrentarem os problemas econômicos, sociais e ambientais existentes entre as mesmas? Ou adotariam uma nova ordem mundial como necessidade imperiosa de se adequarem à intensa evolução científica e tecnológica dos últimos 170 anos? Ou, finalmente, iriam criar organismos internacionais soberanos para se protegerem do instinto ganancioso de apropriação e domínio que modernamente se manifesta em organizações econômicas expansionistas, em organizações ideológicas totalitárias, em classes sociais privilegiadas e no seio, mesmo, de algumas grandes nações? 

 

Um leque de conclusões e questionamentos surgem após tantas cogitações... Tentemos aclarar o futuro que nos espera. Envie suas opiniões sobre este assunto para o “Grupo Ambiente Global”, e compartilhe conhecimentos.

Se queremos um mundo melhor, ou que possa ser salvo, temos de nos unir!   *Um governo mundial.
*Uma moeda internacional
*Uma língua imparcial e adequada para unir os povos.
*Um tribunal universal.
( Princípios divulgados pela Fé Bahái há mais de 150 anos )

Estes e outros princípios são a solução para os graves problemas da atual humanidade?

Utopia ou necessidade...? 


Luiz A V Spinola, março/2007
(publicado inicialmente no grupo Ambiente Global
Reeditado no Ambiente Social - blog em 26 de junho de 2011

Respeite os direitos autorais. Este texto pode ser reproduzido apenas em sites direta e indiretamente gratuitos, ou para uso pessoal. Para sites ou outros meios de comunicação comerciais, entre em contato com : gruposambiente@gmail.com (por favor, não insira este email em listas)

Se você copiar e colar, por favor divulgue esta página !!
LISTA ATUALIZADA DOS BLOGS E GRUPOS-AMBIENTE - CONHEÇA E PARTICIPE !!
http://ambienteinfoera.blogspot.com/2010/10/lista-atualizada-dos-grupos-ambiente-em.html


“COLABORE PARA UM MUNDO MELHOR ! ESCREVA PARA ESTE GRUPO OU PARA OUTRO QUE TENHA FAMILIARIDADE.  NÃO HÁ MOTIVOS DE RECEIOS.
O MAIS IMPORTANTE É O CONTEÚDO CRIATIVO E INOVADOR E NÃO OS MEIOS E AS APARÊNCIAS !”  

 

“VOCÊ QUER PLANTAR ÁRVORES TODOS OS DIAS...?
FAÇA MAIS ATIVIDADES E EXERCÍCIOS FÍSICOS. QUANDO O CORPO SOA, ELE PEDE A INGESTÃO DE FRUTAS ÁCIDAS OU SEMI-ÁCIDAS. ESCOLHA AS QUE VENHAM DE ÁRVORES...MUITAS ÁRVORES !!!” 









LISTA ATUALIZADA DOS BLOGS E GRUPOS-AMBIENTE 


quarta-feira, 8 de junho de 2011

UBUNTU - Cidadania Planetária da União - As crianças de uma tribo africana dão o exemplo ao mundo - Compartilhar, e não competir - "Sou quem sou, porque somos todos nós!" - Solidariedade no lugar da concorrência - O mundo só pode ter paz quando todos derem as mãos - Uma visão comunitária de compartilhamento de conquistas e não de ganhos individuais - Por Uma Nova Humanidade !!

Encaminhado por
Fred Caju
Ubuntu!!!Data: Quarta-feira, 8 de Junho de 2011, 13:08




UBUNTU
 
 A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu.
 

Ela  contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando  terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira pras crianças, que achou ser inofensiva.


 Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele  chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.


As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.
 
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.

Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós  poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"
 
Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda  não havia compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?

Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"


Atente para o detalhe: porque SOMOS, não pelo que temos...
UBUNTU PARA VOCÊ!

 
Saudações ecológicas,
Frederico Araújo Mesquita
Ecojornalista
Seja realista, deseje o impossível!
Grupo Ecovilas
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quarta-feira, 1 de junho de 2011

SOCORRO AOS QUILOMBOLAS DE BATATEIRA, EM CAIURU - BA - DIVULGAÇÃO URGENTE - Pseudo-fazendeiro quer tomar as terras onde vivem 30 famílias de quilombolas há cem anos - Inadmissível - Onde está a liberdade conquistada há mais de cem anos ? - Preste solidariedade - Informe possíveis formas de proteção


EM CARÁTER DE URGÊNCIA !!


Amigos, repasso esta informação a vocês que acredito poderem colaborar de alguma forma para resolver esta situação. Luiz, publique no Grupo Ambientes, vai ajudar bem na divulgação do caso. Abraços!
Fred Caju - Ecojornalista

De: Betty F. Jungbluth
Data: 31 de maio de 2011 20:58
Assunto: [Projeto-Exodus] urgentissimo - preciso de todo seu apoio possivel

Para:


Fábio Martins

BR 101 KM 584 CEP 23970-000 Paraty/RJ
Quilombo Campinho da Independência

+55 24 3371-7731/9833-6198/8131-3316



Aos meus amigos, militantes ou colegas...

O nosso coletivo está articulado junto com o Conselho Estadual Quilombola, a denunciar o que está acontecendo no Quilombo de Batateira. O texto abaixo resume toda a situação. Peço ajuda a vcs em fazer circular esse  texto para que a imagem do pseudo fazendeiro (que sairá candidato a prefeito) fique exposta de tal forma que iniba suas ações criminosas. Fora isso, apenas a prisão preventiva dele poderá barrar uma tragédia anunciada acontecer...

Por favor, leiam e repassem, em especial para sites de noticias, Tvs e jornais...
Estamos de plantão aqui em torno dessa mobilização, e eu estarei indo na comunidade nos próximos dias...

Grata,

Say


Batateira, Quilombo situado numa ilha no município de Cairu - BA, tem passado nos últimos dois anos por momentos de terrorismo por um pseudo fazendeiro que se diz dono da terra.

As ameaças continuam e a comunidade pede socorro!

Por: Ascom Rede Mocambos, 30 de maio de 2011


Sequencia das imagens: 1.Casa destruída nos ataques, 2. Defensor Público ouvindo a Comunidade, 3. Comunidade reunida

A comunidade quilombola de Batateira, localiza-se na Ilha de Tinharé, nas proximidades da Vila de Garapuá e pertence ao município de Cairu.

Como trata-se de uma ilha a natureza de sua área é de responsabilidade da União. Os moradores que ocupam essa área estão ali há mais de 100 anos. Tendo toda a ancestralidade comunitária e de parentesco reconhecida pela Fundação Cultural Palmares.

Trata-se de uma comunidade de cerca de 30 famílias que sobrevivem em situações precárias, em casas em sua maioria de taipa, palha e madeira. Na comunidade não tem energia elétrica e é desprovida dos principais serviços básicos que qualquer cidadão tem direito.

O Conflito nessa comunidade começou em 2009, quando houve a mobilização de pedido de reconhecimento quilombola pela comunidade com freqüentes visitas à comunidade e com seguidas ameaças do Sr Manoel Palmas Ché Filho, filho do ex-prefeito de Cairu. Em maio de 2010, o conflito teve início quando numa visita do "Maneca Ché", como é conhecido, mais cinco policiais fardados e outros homens, todos armados com armas de fogo, diziam ter mandato judicial para estarem ali, além de reforçar as ameaças derrubaram o pier que a comunidade usava como embarque e desembarque.

Foto de Manoel Che na Audiencia Pública 

Depois que a Fundação Palmares expediu a certidão quilombola à comunidade, os seus moradores voltaram a receber novas ameaças, foi quando em 09 de setembro de 2010, Manoel Che Filho invadiu a comunidade com mais 12 homens, entre eles 3 policiais a paisana. Eles chegaram às 7h da manhã e ficaram até às 15h. Nesse periodo de 8h que permaneceram na comunidade, derrubaram mais 3 casas, atiraram várias vezes pra cima, colocaram revolvers na cabeça de mulheres e adolescentes, xingaram os moradores, colocaram a liderança da comunidade Claudeci numa roda com 12 homens e bateram no seu rosto, ameaçando sua vida, na frente das crianças da comunidade, inclusive seu filho de 5 anos, que tem demonstrado traumas de ter presenciado a violência com sua comunidade e sua família.

O comandante da Polícia Militar de Valença, major José Raimundo Carvalho Pessoa, esclareceu que a atuação ilegal de policiais militares que deram apoio ao "Maneca Che", correu à revelia do Comando da 33ª Companhia Independente da Polícia Militar de Valença. Em depoimento, os policiais denunciados negaram a participação no caso denunciado e recorreram ao direito de falar somente em juízo e na presença do advogado. Não se tem informação que o processo judicial foi aberto.

Em outubro de 2010 foi realizada uma audiência pública organizada pela SEPROMI, que teve como objetivo de ouvir, avaliar e traçar estratégias para solucionar os sucessivos conflitos ocorridos na Comunidade de Batateira.

Participaram da audiência autoridades, o pseudo fazendeiro Maneca Che e seus representantes, a sociedade civil representada pelos movimentos de pescadores, Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra, o Conselho Pastoral da Pesca, Quilombolas de outras regiões, Representantes do INCRA, DPE, SPU, Governo do Estado, Prefeitura de Cairu e etc.

Há poucos dias, as ameaças retornaram, o pseudo fazendeiro insiste que vai voltar na comunidade e derrubar o resto das casas, a liderança da comunidade vem sendo seguida e ameaçada de morte, as famílias estão apavoradas.

Não existe nenhum advogado assistindo a comunidade, o que gera uma preocupação ainda maior. No último Sábado dia 28 de de maio, o Sr. Manuel Che voltou à comunidade com mais 7 homens, voltou a fazer ameaças, alegou ter ordem judicial para não permitir nenhuma construção mais naquela ilha (mas não mostrou o documento), o que resultou na derrubada de mais uma casa na comunidade e a ameaça que ele estaria voltando com um grupo de criminosos para aterrorizar e levar tudo abaixo nos próximos dias. As famílias, em especial as crianças, estão apavoradas. A polícia, apesar de acionada durante nova invasão, só apareceu na comunidade horas depois e em nenhum momento consegue gerar nenhum tipo de proteção à mesma, todos os indícios e o histórico desses dois anos revelam na verdade uma polícia comprometida com a ação criminosa do pseudo fazendeiro, até por que, nenhum criminoso age tão abertamente como esse senhor, sem sofrer prisão preventiva, se não tiver uma cobertura, ou no mínimo uma escancarada omissão da polícia com o caso.


--
Nega Jêje
(73)9979-0675
      8145-8635
      9153-5567
    
Casa do Boneco de Itacaré

" Vamos fazer o mundo mais do nosso jeito"

Esse breve texto tem como intuito chamar a atenção dos organismos e instituições estaduais, nacionais e internacionais a respeito da proteção dos direitos humanos, dos direitos das crianças e dos adolescentes, dos afrodescendentes em suas comunidades quilombolas e dos direitos das mulheres, assim como o apoio de diferentes tipos de mídias que possam colaborar com o apoio à comunidade:

A comunidade de Batateiras no município de Cairu Bahia não pode ficar sem assistência jurídica!

Um criminoso que faz abertamente esse tipo de ação, deve ter imediatamente sua prisão preventiva efetuada, assim como os seus comparsas! A justiça e a segurança pública precisam funcionar!

A Segurança Pública não pode estar a serviço de criminosos e gananciosos e precisa se comprometer com a proteção dessa comunidade!

Não se pode esperar que mais lideranças padeçam a espera de uma ação efetiva!

O INCRA precisa agilizar o processo de Titulação, Identificação e Demarcação das terras Quilombolas e em especial às comunidades que estão em processo de conflito.

Conselho Quilombola do Estado da Bahia
Rede Mocambos - Núcleo de Formação Continuada do Sul da Bahia

-- Saudações ecológicas,Frederico Araújo Mesquita - Ecojornalista






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segunda-feira, 30 de maio de 2011

HUMANIDADE EM TRANSFORMAÇÃO - Desejos radicais de participação em ativismo social ou ambiental - Em todo o mundo - Ações determinadas - Absurdos inadmissíveis para onde se embrenham os incautos humanos - Revolução pelo conhecimento - Juntamente com milhares de outros movimentos em rede - HOSEIDE - Homens e mulheres com percepção e idealismo para reconstruirem a sociedade e o planeta - Compartilhe mais sensibilidades e conhecimentos - Fomente a inspiração, aguarde-a eclodir, escreva, melhore o texto com calma, poste em grupos, blogs e sites !! Aja amparado pela calorosa companhia de outros !!


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Projeto de Educação Ambiental e Social para Escolas
Em Ambiente Ecológico - blog

 
TEXTO EXTRAÍDO DE UM EMAIL A UM AMIGO


Caro amigo....

Compreendo suas ansiedades, preocupações e desejos de se dedicar a causas que realmente garantam radicais e necessárias transformações no seio da humanidade !!

No entanto, não se desespere. Estados assim, realmente às vezes nos rondam, tantos são os absurdos inadmissíveis para onde se embrenham os incautos humanos.

Sou partidário de ações determinadas, firmes, mas de natureza transparente. Devemos nos dias de hoje ter por inimigos não nós mesmos, uns contra outros, mas os conceitos,  idéias e desejos obsoletos, indevidos e apropriantes que repticiamente estão a dominar as mentes e vontades das pessoas. Contra estes valores materialistas e egoístas que degeneram a sociedade e a vida no planeta devemos ser radicais e implacáveis. Precisamos criar conhecimentos e ações impactantes que promovam um "chaqualhão" em indivíduos e classes, que subconscientemente dormem um sono obscurecedor.

Creio, ainda, que na atualidade devamos seguir a maré alta  da revolução pelo conhecimento, pelas manifestações e pelas ações corajosas que denunciam desmandos de autoridades e de classes sociais. O que deve ser varrido da face da terra não são as expressões individuais, mas as características indesejadas que são manifestadas pelas pessoas, grupos, partidos e classes. É uma luta enorme, porém temos, creio, tempo hábil para corrigir tantos desvarios, transtornos e injustiças, sem que antes nos vitimem cataclismas de toda ordem e natureza. Precisamos nos manter fortes para que "os bons princípios e valores" vençam a força aparentemente avassaladora dos  "princípios retrógrados e valores egoísticos". Isto é necessidade de sobrevivência !!

Por este motivo, te convido a permanecer firme na luta, e dentro de suas possibilidades ampliá-la para outros âmbitos.

Você escreve conteúdos nobres e enriquecedores. Não se preocupe com as formas. Compartilhe mais sensibilidades e conhecimentos. Pode ter certeza que estará inspirando as mesmas percepções e ações apropriadas aos dias modernos a milhares de pessoas !!

Além de escrever sobre os problemas sociais e ambientais de sua cidade e região, extrapole e escreva conceitos genéricos que possam ser úteis às pessoas de todo o mundo. Você é um ser HOSEIDE - homem ou mulher que carrega consigo sensibilidade para perceber antecipadamente os riscos a que incorrem os homens, e manifesta idealismo, esta força interior que te move a ações tranformadoras !!

Fomente a inspiração, aguarde-a eclodir, escreva, melhore o texto com calma, poste em grupos, blogs e sites. Neste sentido, os Grupos e Blogs-Ambiente são um convite para escritores se unirem na divulgação de princípios e ações que possam colaborar, juntamente com milhares de outros movimentos em rede, para a possível regeneração da espécie humana, a regeneração do planeta, dos seres vivos e especialmente dos íntimos das pessoas, famílias e sociedades. Aja amparado pela calorosa companhia de outros !!

Em frente !!....Te aguardamos !!

Luiz




Os Grupos-Ambiente segmentam os assuntos dos diversos ramos do conhecimento para incentivar a participação e facilitar o acesso de pesquisadores
Um blog relacionado a cada grupo para conter as melhores postagens !! 
Ensaios de previsões muito antecipadas de eventos severos, de terremotos e de erupções vulcânicas


domingo, 8 de maio de 2011

PRIMEIRA MENSAGEM AO GRUPO "AMBIENTE MODELOS" - Divulgar o trabalho de comunidades, ONGs, Instituições, municípios, estados e países - Agir, concretizar e efetivamente transformar a civilização humana - Modelos para uma nova humanidade !!


PRIMEIRA MENSAGEM AO GRUPO AMBIENTE MODELOS 

 


 Divulgar o trabalho de pessoas, comunidades, instituições, municípios, estados e países que planejam e implementam projetos exemplares. Este é o objetivo principal do Grupo Ambiente Modelos. Agir, concretizar e efetivamente transformar a civilização humana! 


Neste grupo, a "sala de convivência"(ver link acima), são postados textos que se referem à divulgação de unidades sociais que estão elaborando ou implementando projetos nas diversas áreas das atividades humanas, e que possuem características inovacionais e alternativas. Notícias de eventos relativas a estes projetos são exemplos de postagens a serem enviadas a este grupo "sala de convivência". 


Nos grupos "salas de leitura" nominados, como por ex., "Ambiente Modelos – Lagoa Real BA", ou "Ambiente Modelos – APASC", são postados textos ou criadas páginas que se aparentam a sites, inclusive com fotos, de municípios, ONGs e outras entidades que são um modelo de atuação real em favor de melhorar o mundo. 


Adequar-se às novas realidades, com seus constantes requerimentos, é uma meta e um desafio a toda comunidade, município, ONG ou nação que queira perpetuar-se e viabilizar a continuidade da vida e dos seres humanos no planeta terra. 


Projetos das áreas social, ambiental e cultural são os preferidos para preencherem as páginas dos grupos "Ambiente Modelos". 

 

Algumas pequenas comunidades, instituições ou mesmo municípios constituem, por natureza própria, um exemplo a ser seguido. Não estão concretizando nenhum projeto :
Elas mesmas são um projeto bem sucedido. 


Que não sejam esquecidos os povos indígenas e as comunidades tradicionais. Não que a civilização das cidades devam ser exatamente iguais a eles, mas, com certeza, eles são detentores de inúmeros e riquíssimos valores, os quais nós, os evoluídos, necessitamos tomar como modelos. 


Você que quer divulgar um bom trabalho, e colaborar a fim de que o mundo melhore expondo um modelo exemplar, envie descritivos e notícias ao "Grupo Ambiente Modelos".

Se dispor de muitos materiais de divulgação de sua instituição, comunidade ou município, combine com a administração do grupo para que seja criado um grupo "sala de leitura" nominado, onde alguns autores participam, ou um grupo numerado onde somente um autor posta mensagens, cria páginas ou inseri fotos e arquivos.

Envie um email para o administrador, ou cadastre-se neste grupo(é necessário ter uma conta no Google(por ex., no Gmail), ou então ser convidado).
luizavspinola Arroba gmail.com (por favor, não inserir este email em listas)


"Os "modelos" são os primeiros passos rumo a um novo mundo. São os pioneiros que vão à frente de uma batalha a ser ganha por uma humanidade que deseja continuar a existir. E existir de uma maneira bem melhor que atualmente". Avantes! 

Luiz A. V. Spinola, março/2007

VOCÊ JÁ VISITOU O GRUPO "AMBIENTE ALTERNATIVO ?... Clique aqui !! 






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PROPOSTA, TERMO DE COMPROMISSO E MANIFESTO POPULAR - Das famílias que compõem o acampamento de sem-terras Três de Janeiro - Em São Carlos-SP - Proposta de um assentamento ecológico modelo em Área de Preservação Ambiental - Ecovila Agrícola - Os sem-terra e a defesa do meio ambiente - Assentamento de modalidade especial nas proximidades de importantes nascentes e matas ricas em biodiversidade - Assentamento humano alternativo - Guardiões de ecossistemas - Projeto viável - Dirigido à prefeitura de São Carlos, ao INCRA e a vários Órgãos e ONGs



ATENÇÃO !! - Esta publicação é provisória e poderá sofrer alterações nos próximos dias - após 10 de maio/2011, pois este documento não foi efetivado até a presente data.

Em edição, aprovação e melhorias até 11/maio
Em edição, aprovação e melhorias até 13/maio
Em edição, aprovação e melhorias até 16/maio
Em edição, aprovação e melhorias até jan/2012....

Em setembro se 2013, foi feita nova ocupação na fazenda Capão das Antas e uma cópia reformulada do esboço do documento abaixo foi enviada ao superintendente do Incra em São Paulo. Os coordenadores de dois acampamentos estão, até 05/10/2013, aguardando para implementarem por completo a estratégia e o projeto.

Veja o mesmo texto abaixo, com melhorias e adaptações para 2013, em :
SEGUNDA PROPOSTA, TERMO DE COMPROMISSO E MANIFESTO POPULAR....
No Jornal dos Grupos Ambiente - blog


ATENÇÃO !!....O TEXTO ABAIXO  NÃO TEM VALIDADE OFICIAL

A sua publicação tem em vista o compartilhamento de conhecimentos que sirvam como modelos relativos a assentamentos de desenvolvimento sustentável, florestal, bem como estimule grupos a fundarem Ecovilas Agrícolas de assentados ou outros.


PROPOSTA, TERMO DE COMPROMISSO E MANIFESTO POPULAR DAS FAMÍLIAS QUE COMPÕEM O ACAMPAMENTO "TRÊS DE JANEIRO” -  Localizado no Quilômetro 2 da estrada do Broa, na área comunitária do assentamento Nova São Carlos, com permissão do INCRA, em São Carlos - SP



LEIA TAMBÉM !!


PRECONCEITOS CONTRA OS SEM-TERRA

ASSENTAMENTO DE ECONOMIA COLETIVA E RESGATE DE VALORES CULTURAIS


OU PROCURE ASSUNTOS SIMILARES, EM "MARCADORES", À DIREITA.




À Prefeitura Municipal de São Carlos-SP
Exmo. Sr. prefeito Oswaldo Baptista Duarte Filho
Srs. assessores(as), Srs. secretários(as)
Em especial : à Secretaria de Planejamento e Gestão, à Coordenadoria do Meio Ambiente, à Secretaria da Educação, à Secretaria de Comunicação, à Secretaria de Agricultura e Abastecimento, à Secretaria de Cidadania e à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Sustentável

À Câmara de Vereadores de São Carlos
Exmo. Sr. Diretor Edson Fermiano
Srs. vereadores, nossos representantes

Ao INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária
Escritório Regional em Araraquara,
Procuradoria Seccional Federal do INCRA em Ribeirão Preto
Superintendência Regional de São Paulo

Ao ITESP – Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo

À CETESBCompanhia Ambiental do Estado de São Paulo

Ao CONDEMA – Conselho Municipal do Meio Ambiente

Às ONGs Ambientalistas e Sociais de São Carlos
APASC, RAMUDÁ, TEIA e a outras entidades  ligadas a questões sociais e ao meio ambiente

Aos Movimentos Sem-Terra do Brasil
MST, MLST, e outras entidades que apoiam o direito de acesso facilitado à terra

À Embrapa, Ufscar e Usp
Institutos e outras entidades que se dedicam à pesquisa de formas de agriculturas alternativas : Manejo Agroflorestal, Permacultura, Técnicas Orgânicas e outras

À MÍDIA, À SOCIEDADE SÃO-CARLENSE E A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS ATRAVÉS DA INTERNET




PARTE 1



INTRODUÇÃO

PROPOSTA PARA RESOLVER OS ENTRAVES NO PROCESSO DE COMPRA À PREFEITURA
Por meio deste documento, dirigimo-nos às autoridades acima citadas, e à sociedade em geral, com o objetivo de expor nossa proposta em relação aos entraves que se interpõem no processo de compra, pelo INCRA, da fazenda Capão das Antas e posterior assentamento para nossas famílias.

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL
Declaramos que temos plena consciência da questão ambiental ligada à área, ou seja, a sua importância como reduto protetor de pujantes nascentes de água e rica biodiversidade.

ASSENTAMENTO EM APA - Área de Proteção Ambiental
Declaramos que sabemos estarem as terras da fazenda "Capão da Antas", de propriedade pública municipal, inseridas em uma grande APA - "Apa Corumbataí", onde se encontram cidades, fazendas, sítios, chácaras, outras nascentes, outros ecossistemas, outros assentamentos, e que este fato não impede a destinação de parte desta área ( em torno de 150 hectares de um total de 360, aproximadamente. ) aos objetivos da reforma agrária, desde que observadas as leis e normas ambientais pertinentes às APAs.

AS APREMs* NÃO IMPEDEM ASSENTAMENTOS
A fazenda "Capão da Antas" encontra-se em uma delimitação, dentro da APA Corumbataí, denominada de APREM do Ribeirão do Feijão. 
Consta no Inciso III, do artigo 15 da lei municipal 13.944, que criou as APREMs em São Carlos - Áreas de Proteção e Recuperação de Mananciais :
"Sub-área de Baixa Densidade - SBD, composta predominantemente de espaços livres e áreas verdes destinadas, preferencialmente, a sítios, chácaras de lazer e turismo, localizados à montante da Estação de Captação do Ribeirão do Feijão"
*APREMs : Áreas de Proteção e Recuperação de Mananciais 


SOLIDÁRIOS ÀS PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS
No entanto, estamos em concordância com as preocupações dos administradores da Prefeitura, da CETESB, do Condema,  do Incra, dos Srs. vereadores e dos representantes de ONGs, de que a simples observância das leis atuais relativas às APAs e APREMs  não seriam suficientes para, garantidamente, protegerem aquele rico sítio em nascentes e em ecossistemas que abrigam notáveis espécies animais e vegetais de nossa região.


PROPOSTAS E COMPROMETIMENTOS

PELA CONSCIÊNCIA E OS MOTIVOS ACIMA EXPOSTOS, e tendo-se em vista nossa vontade e direito de morar dentro da terra que iremos cultivar e onde poderemos criar animais - e não morar em outro lugar e ir nas terras somente para cultivá-las ( projeto Agro-Urbi ),

PROPOMOS  E NOS COMPROMETEMOS :

1 - Que sejamos educados, antes e depois de sermos assentados, através de cursos, palestras e oficinas, nas questões ambientais e ecológicas que diretamente afetam a área e a nossa instalação.

2 - Que aceitamos, de bom grado, sermos orientados e apoiados em projetos que podem ser implementados por Universidades, pela Embrapa, por ONGs e por outros órgãos e entidades, e que nos preparem para usufruirmos daquela terra com respeito e eficaz proteção ao meio ambiente local e às formas de vida ali existentes.

3 - Que podemos ampliar nossa consciência da importância ambiental da área, de forma a mudarmos valores e práticas que se harmonizem com os requerimentos daquela "pequena amazônia são-carlense", tais como a adoção de técnicas agrícolas provindas dos modernos estudos da Permacultura, da Agro-floresta, da Agro-silvo-cultura e de outras formas alternativas e inovadoras de convivência harmoniosa e possível entre seres humanos e natureza. Podemos, pois, nos tornar importantes fornecedores de frutas e outros alimentos e produtos orgânicos aos cidadãos de São Carlos.

4 - Que seremos benéficos às águas e matas circunvizinhas, sendo, ao longo do tempo, seus fiéis defensores e guardiães, de forma oposta à atual, onde animais pesados pisoteiam e adensam o solo, provocam erosão, além de promoverem desequilíbrios biológicos. Também impediremos ladrões de madeira e perpetradores de crimes ambientais de depredarem este santuário de vidas e fontes.


A PRINCIPAL PROPOSTA
5 -  E finalmente esta, a mais importante proposta e arrojado comprometimento, que nos comprometemos plantar, em 80% da área destinada aos lotes do assentamento, árvores e arbustos mais produtivos, em adensamento e de acordo com as técnicas citadas no item 3 acima, de maneira a nos prover renda e de forma a aumentar os espaços reflorestados, tão necessários à proteção contra erosões, à infiltração da água da chuva e ao aumento da diversidade biológica já existente - sim, porque uma boa parte atualmente encontra-se em pastos.



SUGESTÃO : "ECOVILA AGRÍCOLA"
Por tudo o que expressamos, temos certeza da viabilidade deste assentamento especial - que pode ser denominado de Ecovila Agrícola - e temos certeza que nossa presença será de enorme benefício para a proteção e a melhoria ambiental dos recursos naturais em questão.

ASSENTAMENTO FLORESTAL
Cremos não ser difícil aos administradores do INCRA e da Prefeitura encontrarem meios educativos e oficiais para viabilizarem esta modalidade de assentamento, já sendo muito provável a sua atual disponibilização em modelos estudados ou já concretizados.
Informações recentes indicam que o poder público municipal pode promover assentamentos conforme Norma de Execução do INCRA de número 37, de 30 de março de 2004.
O INCRA também pode implementar a modalidade especial de assentamento denominada de ASSENTAMENTO FLORESTAL, que nos parece muito indicado no caso, conforme Portaria do INCRA número 1141, de 19 de dezembro de 2003 e Portaria número 215, de 6/06/2006.

A PEQUENA AMAZÔNIA DE SÃO CARLOS
Se na área que nos couber, plantarmos 80 % de árvores, arbustos e plantas rasteiras mais produtivas estaremos, de certo modo, praticando uma lei ambiental direcionada ao Amazonas, ao contrário do que é exigido como Reserva Legal para o estado de São Paulo. A fazenda "Capão das Antas" teria mais de 90% de áreas reflorestadas (atualmente tem em torno de 70% ), configurando-a, merecidamente, como a "Pequena Amazônia de São Carlos" !!
Os são-carlenses desejam que a sua Pequena Amazônia permaneça indefinidamente intocável - de forma similar ao que desejam ambientalistas radicais em relação à Amazônia Brasileira - ou, após decisões inspiradas por inovação e modernidade, optam inteligentemente por implementarem projetos de desenvolvimento econômico, científico, cultural e social, perfeitamente preservadores, sustentáveis e logicamente possíveis ? 

O MAIOR RISCO PARA AS NASCENTES PROFUNDAS
O maior risco de diminuição de fluxo ou de contaminação de mananciais provindos de águas subterrâneas profundas não vem somente da possível interferência antrópica indesejada nas matas ciliares, mas, principalmente, da interferência em grandes espaços ao redor das nascentes, em dezenas de quilômetros, tais como a impermeabilização dos espaços urbanos, das estradas e rodovias e da forma convencional de agricultura, que desnuda o solo por muitos meses do ano e utiliza adubos químicos, além de agrotóxicos.
Portanto, se os são-carlenses querem proteger as suas exuberantes nascentes, mais urgente é adotar políticas que, pelo menos, incentivem o aumento dos espaços verdes permeáveis na cidade - como um valor ainda mais reduzido de IPTU para lotes com quintais que mantenham terra permeável e/ou vegetação - e especialmente políticas que incentivem agricultores a adotarem técnicas modernas de agricultura, além de optarem pelo plantio de árvores de potencial econômico. Campanhas públicas maciças para incentivar o consumo de alimentos e produtos que venham de árvores são indispensáveis para o aumento da produção e consequente proteção ambiental eficaz das águas e do ar. - Na pesquisa Google : O MITO DA MATAS CILIARES - ECONOMIA DE ÁGUA....?



SOLICITAÇÃO DE RECONHECIMENTO E O DIREITO À TERRA
Esperamos, pois, dos atuais administradores da Prefeitura de São Carlos, dos diretores do INCRA, dos representantes do povo na Câmara e dos representantes do povo nas ONGs ambientalistas, de direitos humanos e outros movimentos sociais, que claramente identifiquem e reconheçam a legitimidade e a viabilidade de nossas propostas - baseadas no sagrado direito de acesso à terra, assim como livremente bebemos das águas das fontes ou das chuvas, respiramos gratuitamente do ar que nos rodeia e nos aquecemos em qualquer fogo ou sol acalentador.


MAIS UMA REALIZAÇÃO PARA SÃO CARLOS SER CONHECIDA COMO CIDADE MODERNA E HUMANA
A aceitação de nossas propostas e a implementação deste assentamento especial - em parceria Incra/Prefeitura - certamente muito contribuirá para que São Carlos seja conhecida como, realmente, uma cidade Moderna e Humana. Moderna, pela escolha de avançados projetos agrícolas e ambientais, e Humana, pelo reconhecimento e implantação viável de assentamentos (não apenas este) que proporcionam o cumprimento do direito de acesso à terra a indivíduos e famílias que nela desejam morar e produzir o seu sustento.



CONCLUSÃO

Enfim, vários outros projetos podem ser propostos e analisados, tanto por nós - atuais acampados e futuros assentados - como pela Prefeitura de São Carlos, o INCRA e outras entidades relacionadas, objetivando a viabilidade - que cremos ser perfeitamente possível, e mais ainda, desejável - de implantação de um assentamento especial, que certamente será um modelo para todas as regiões do Brasil.

Nós, os abaixo assinados, representantes das famílias do acampamento TRÊS DE JANEIRO, declaramos que lemos e discutimos este documento em conjunto, tendo sido esclarecidos os sentidos das palavras e termos utilizados, estando, pois, de acordo com seus conteúdos - incluindo todos os itens da PARTE 2  a seguir - e declarando-os como sendo a expressão de nossas necessidades e vontades,

São Carlos, ..../maio/2011

Assinam como representantes das famílias acampadas :
(folha em anexo a ser enviada à Prefeitura de São Carlos)









PARTE 2



OUTRAS PROPOSTAS E POTENCIALIDADES DA ÁREA E DAS FAMÍLIAS



 1 - PROJETO DE PESQUISAS CIENTÍFICAS E OS FUTUROS ASSENTADOS
Um projeto de pesquisa científica poderá ser adotado, concomitantemente ou em fase posterior, pela Prefeitura em parceria com universidades e institutos. Este futuro centro de pesquisas - amplo em suas possibilidades, tais como em biologia, agronomia florestal, dendrologia, limnologia, desenvolvimento técnico de produtos provindos de árvores, arbustos e suas frutas silvestres, além do aperfeiçoamento de técnicas das agriculturas alternativas e sustentáveis - poderá ser uma relevante realização, com projeção nacional e até mesmo internacional.
A implementação deste importante projeto, e a sua continuidade, irá, com certeza, operar-se em plena harmonia e interação com as famílias ali assentadas, possibilitando, inclusive, muitas oportunidades de trabalho complementar a adultos e oportunidades de participação aos jovens da vizinha ECOVILA AGRÍCOLA DE ASSENTADOS.


 2 - PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E TURISMO ECOLÓGICO-EDUCATIVO
Em outra parte possível da área, também poderão ser concretizados sonhos e idéias de muitos propositores, como a EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRECIONADA ESPECIALMENTE A ESTUDATES, além de, se viável com algumas restrições,  a oferta de TURISMO EDUCATIVO E CULTURAL.
Este projeto configura-se como uma complementação externa aos importantes ESPAÇOS VERDES NAS ESCOLAS da cidade, hoje quase inexistentes, e tão necessários à transmissão de imprescindíveis conceitos e valores para a construção de uma nova humanidade. - Pesquisar no Google : ESPAÇOS VERDES NAS ESCOLAS
Mais uma vez, com certeza, administradores e usuários deste projeto "educacional, cultural e recreativo" seriam beneficiados com recursos humanos advindos dos vizinhos assentados, tais como oficineiros, trilheiros, guias e conhecedores de animais, ervas medicinais e frutas silvestres.


 3 - COOPERATIVA DE PRODUÇÃO DE MUDAS ARBÓREAS
Uma COOPERATIVA DE PRODUÇÃO DE MUDAS é uma possibilidade óbvia e muito bem-vinda a uma área que necessita ampliar e preservar suas matas.
Além das mudas a serem utilizadas em suas lotes e em seus espaços coletivos, os assentados teriam uma interessante fonte de renda adicional, através da venda de mudas à própria Prefeitura e a outros compradores.


 4 - ESGOTOS ECOLÓGICOS
Concordamos, a nosso benefício e ao do meio ambiente local, de construirmos - com orientação e suporte - , em nossas casas e instalações, sistemas de esgoto alternativos, já projetados e desenvolvidos pela EMBRAPA, por universidades e outras entidades e pesquisadores independentes. Estes projetos resultam, em sua maioria, na produção de gás de cozinha e motores e biofertilizantes para mudas, árvores e jardins.
Sistemas alternativos e sustentáveis de escoamento e tratamento de esgoto não poluem o solo e as águas do ambiente.

 5 - COLETA SELETIVA DE LIXO E SUA DESTINAÇÃO
Um programa especial de coleta seletiva de lixo poderá ser instalado, destinando seus componentes para RECICLAGEM, incineração pública, acomodação adequada de descartáveis tóxicos e COMPOSTAGEM.
Com este programa em andamento nenhum risco será oferecido ao ambiente externo e às águas subterrâneas.

 6 - UTILIZAÇÃO DE ENERGIAS LIMPAS
Um dos destaques dos PROJETOS que podem ser oferecidos pela EMBRAPA, UNIVERSIDADES E ONGs são as várias fontes de energias limpas :
* Sistema de captação de ENERGIA SOLAR, que pode ser fornecido pelo GOVERNO FEDERAL.
* Uso de ENERGIA EÓLICA, através de bombas e geradores movidos pelo vento.
* Após estudo de impacto ambiental, pode-se cogitar a utilização da ENERGIA DE QUEDAS D`ÁGUA, aproveitando as novas pequenas represas para a CRIAÇÃO DE PEIXES. A introdução de energia elétrica externa associada a formas variadas e complementares de produção interna, parece ser uma excelente opção de obtenção de energia com economia, garantia de suprimento e preservação ambiental.
* Produção de ELETRICIDADE, BIOGÁS E FERTILIZANTES NATURAIS,  provindos de biodigestores alimentados por estercos de animais, restos atóxicos de mini-fábricas, restos de cozinha e de outros materiais orgânicos disponíveis.
* Enseja-se estudos para a obtenção possível de ENERGIA TÉRMICA provinda de BIOMASSA, disponível em grande quantidade no local, desde que não polua o ar e não cause desequilíbrios em ecossistemas. O aumento no consumo dos eucaliptos da área certamente contribuirá para a recomposição vegetal feita por espécies nativas.



 7 - EXTRATIVISMO NÃO-PREDATÓRIO
Pessoas afins e residentes no assentamento podem ser treinadas a efetuarem atividade complementar de renda através da extração não-predatória, em áreas de matas específicas, além de poderem manejar estas matas de forma a aumentar as espécies com potencial de extração, como por exemplo, espécies que produzam resinas, pólens, óleos essenciais, sementes, ervas medicinais, frutas silvestres, além de muitos outros produtos oferecidos pela vegetação rasteira, arbustos e árvores nativas.


 8 – MINI-INDÚSTRIAS
O extrativismo não-predatório explicitado acima poderá ser um estágio integrante de mini-fábricas caseiras ou comunitárias que produzam, sob apoio e orientação adequados, produtos de limpeza ecológicos, perfumes e óleos essenciais naturais, mel, doces, geléias, compotas, sorvetes, conservas e vários outros produtos e alimentos processados e semi-processados. Os produtos das matas plantadas e cultivadas através da permacultura ou em manejo agro-florestal, nos lotes dos assentados,  também contribuirão para prover as mini-indústrias.

 9 – HORTAS ORGÂNICAS COMPARTILHADAS OU DE AJUDA
Sugerimos a reserva de áreas comunitárias que incluam, dentre outras finalidades, espaços de terra de primeira qualidade e boa localização, a fim de possibilitarem a implantação de hortas comunitárias, dedicadas prioritariamente às famílias que forem sorteadas com terras de qualidade inferior. Tais hortas podem ser :
*COMPARTILHADAS : Quando os participantes se organizam em cooperativas, ou grupos, e ganham proporcionalmente ao tempo dedicado.
*DE AJUDA-MÚTUA : Onde cada integrante cultiva o seu espaço, trocando ajuda nas ferramentas, nos dias de rega e na obtenção facilitada de compostos e sementes.
Este item, aparentemente, não se relaciona de forma direta com a problemática da conservação das matas nativas e plantadas, e com as nascentes. Porém, uma observação sistêmica indica que a oferta de atividades múltiplas, atrativas e bem orientadas, aliadas à educação ambiental, diminuem ou cancelam as possibilidades do uso indevido dos recursos naturais disponíveis naquela área.
A utilização de técnicas modernas de economia de água é imprescindível ao caráter preservacionista e restaurador exigido por este rico reduto de nascentes de águas, embora prevê-se que a quantidade a ser utilizada na agricultura local será relativamente diminuta.


 10 – PROJETO URBANÍSTICO E ARQUITETÔNICO ESPECIAL
Abre-se uma excelente oportunidade ao DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA  da USP, de outras universidades ou institutos, para que sejam elaborados PROJETOS EM PESQUISA E DESENVOLVIMENTO de materiais mais permeáveis a serem utilizados nas vias de acesso e distribuição, aumentando a infiltração da água da chuva. Materiais encontrados no local serviriam de base para a construção de casas e edifícios mais baratos e ecologicamente corretos, tais como argila não queimada e madeira de eucalipto. A diminuição das matas de eucalipto, francamente presentes, será de proveito para a recomposição natural por espécies nativas.




FINAL


Finalmente, reiteramos, a todos os órgãos e entidades citadas neste documento, além da sociedade em geral – especialmente a de São Carlos -,  a nossa solicitação de apoio e solidariedade a esta proposta tão razoável, que une solução a urgentes requerimentos sociais à necessidade de preservação ambiental e de desenvolvimento justo e sustentável.


Veja o mesmo texto, com melhorias e adaptações para 2013, em :
SEGUNDA PROPOSTA, TERMO DE COMPROMISSO E MANIFESTO POPULAR....
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Em edição....VER NOTAS NO INÍCIO DO TEXTO




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