sábado, 15 de outubro de 2011

OUTROS MUNDOS POSSÍVEIS - Em parte, já existentes - A economia do compartilhamento por justiça e não por solidariedade - Economia compartilhada - Sair da economia do individualismo - Desprender-se de si mesmo e prender-se à necessidades e conquistas de todos - Expandir consciência - De si para a família - Da família para uma comunidade - Da comunidade para a região - Da região para a nação - Da nação para o planeta terra - Do planeta para a consciência cósmica

O joão e a joana-de-barro são proprietários de sua casa porque a
construiram. Não necessitam de uma casa maior ou de outras casas.
Embora a natureza restrinja os territórios e as posses dos animais,
eles são também donos de todas as paisagens.
Publicação relevante nos Grupos e Blogs-Ambiente
Projeto de Educação Ambiental e Social para Escolas
Em Ambiente Ecológico - blog



ECONOMIA COMPARTILHADA
  
Em frases concisas 
Em versos....

"A poesia e o estado elevado da alma é uma ave cujas asas podem conduzir a mundos quase indescritíveis e aparentemente impossíveis de se viver"




"O mundo dos que se desprenderam de si mesmos pode ser um mundo de duas ou bilhões de pessoas que se prenderam às POSSES COLETIVAS E COMPARTILHADAS".

"....não é um mundo onde impera a bondade, mas a justiça....".

"NÃO A JUSTIÇA RESTRITA AOS HUMANOS, mas aquela que abrange a todos os seres vivos....".

"Porque o mundo de si mesmo, nos homens, rouba e destrói. Porém, O MUNDO DA GRANDE TRIBO, DA GRANDE FAMÍLA, respeita e constrói a continuidade para todos".

"O MUNDO DO INDIVÍDUO LIVRE se restringe a seus pertences, básicos e necessários".

"No entanto, cada pessoa, família, grupo, nação e até mesmo os terráqueos, precisam de um ambiente só seu, onde a privacidade consciente prevaleça".


"TER SENTIMENTO DE POSSE para além do necessário é roubar o necessário de outros, inclusive o direito à vida de outros seres e espécies".

"VIVER NO MUNDO DO NECESSÁRIO não é ser pobre. É ser rico no prazer de COMPARTILHAR POR JUSTIÇA".


"NA VERDADE, a posse de bens para além das necessidades SÃO CADEIAS E GRILHÕES que prendem e impedem os homens de atingirem sua VERDADEIRA LIBERDADE".

"A PROPRIEDADE DE QUALQUER BEM, inventada ou construida, é legítima, desde que não subtraia, direta ou indiretamente, bens básicos de outras pessoas ou a vida de outros seres".

"Um indivíduo tem o direito de LIMITAR A SUA CAPACIDADE PRODUTIVA AO MÍNIMO. Porém, não pode exigir além do que tal atividade reduzida produz, e muito menos adotar táticas escusas para conseguir o que não merece".

"O vício pode limitar a vida de um indivíduo, MAS A SUA LUXÚRIA PODE EXTINGUIR ESPÉCIES".

"Bondade, pede-se. JUSTIÇA, EXIGE-SE".

"Não exija que outros sejam bons para você. Mas se você for justo para com os outros, EXIGE-LHES JUSTIÇA - COM AMOR E CONHECIMENTO".

"BONDADE NÃO SE COBRA. Nunca diga : "Seja bondoso comigo porque, com justiça, fui bondoso para você".

NÃO HÁ JUSTIÇA ENTRE TROCAS DE BONDADE. Há interesses ou nobres sentimentos. Muitas vezes, nos atos de bondade - ou solidariedade, ou caridade, ou benevolência - há efusões sub-conscientes de se desejar ser justo.

A BONDADE PARA COM OS OUTROS E OS ANIMAIS é um sentimento nobre e elevado. Porém, depois de cultivado, deve ser deixado livre, para que aflore expontaneamente, em fluxos de momentos ao longo da vida. Nunca deve ser forjado - o sentimento de bondade - e nunca exigido dos outros...."

"....No entanto, muito do que antes era tido como SOLIDARIEDADE E BONDADE, hoje deve ser entendido e EXIGIDO COMO JUSTO".



Luiz A. V. Spinola - outubro/2011


LEIA TAMBÉM !! : ECONOMIA COMPARTILHADA - Utopia ou parcialmente realidade ?....


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terça-feira, 4 de outubro de 2011

PRIMEIRA MENSAGEM AO GRUPO "AMBIENTE LIBERDADE" - Escola Manoel Ribeiro, Ibitira - BA - Movimento Consciência Negra Nacional - A humanidade precisa de consciência - Zumbi - Quilombo dos Palmares - Grito de alforria - Peça teatral - Clérigo que criou Zumbi

PRIMEIRA MENSAGEM AO GRUPO
"AMBIENTE LIBERDADE"




O motivo que inspirou a criação do GRUPO AMBIENTE LIBERDADE foi um convite feito pelas Sras Silvana e Luciene, de participação em comemorações no "Movimento Consciência Negra Nacional", no Centro Educacional Manoel Ribeiro, uma das escolas da cidade de Rio do Antônio-Ibitira - BA.

Na quase impossibilidade de participar, prometi a elas criar este grupo e oferecer a primeira mensagem àquele evento.

 
Se todas as escolas promovessem encontros tão inspiradores e formadores de consciência, com certeza os muitos anos destinados a reformarem a humanidade seriam abreviados. O que a humanidade mais precisa é disto :  CONSCIÊNCIA.

 

Zumbi, o herói do quilombo de Palmares, pode ser um símbolo não só do Movimento "Consciência Negra", mas o de todos os movimentos e anseios que clamam pela emancipação, pelo respeito, pela dignidade, pela liberdade  da vida que deseja realizar suas máximas potencialidades.

 

E eis aqui, neste grupo, mais um grito de alforria...Que ele se some e aumente, mesmo que pouco, a intensidade dos gritos que ressoam por todos os cantos do mundo à procura de quem os socorram : Liberdade...Liberdade...

 

   "Há lenda e há mais lenda, há verdade e há mentira.
   De tudo usamos um pouco, mas de forma que servira
   a entender nos dias de hoje
   quem está com a verdade.
   Quem está com a verdade, quem está com a mentira.
   Ei rei, .Tem rei no açoite?...
   (trecho da peça teatral "Zumbi". Pode haver pequenos erros) 


  FELIZ NATAL A TODOS OS SERES !!!
  QUE EM 2007 A CONSCIÊNCIA DA VERDADEIRA LIBERDADE AUMENTE
  EM TODO O MUNDO !!!




Adicionado Em outubro/2011 :
Este artigo foi transferido da antiga sessão "páginas" do grupo Ambiente Liberdade

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 Zumbi, quando ainda menino, deixou para trás uma pretensa liberdade ao lado do clérigo que o estava criando, para ir ao encontro do grito de seus amigos auto-exilados do Quilombo. Lá ele lutou, até a morte, por princípios e direitos que inflamavam seu coração. Zumbi é um exemplo para todos os seres humanos, que devem deixar para trás seus confortáveis status e suas comodas novidades tecnológicas para libertarem a si mesmos, os outros seres vivos e o planeta terra das consequências insidiosas que resultam de suas próprias ganâncias, de seus orgulhos e de seus desmesurados desejos de posse.

Dez/2006, Luiz A. V. Spinola

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PRIORIZAR ALUNOS AFRO-DESCENDENTES, APENAS ?!!.... - Estudantes - Vagas - Cotas - Privilégio - Discriminação racial - Social - Universidades - Liberdade e dignidade humanas - Injustiças sociais - Classes - Posse da terra - Questão econômica

PRIORIZAR ALUNOS AFRO-DESCENDENTES, APENAS ?



A questão de se priorizar ou não o ingresso de estudantes negros nas universidades públicas é muito dependente de uma análise mais ampla e detalhada do "porquê" tal prioridade deva acontecer.

Destinar um número de vagas a estes estudantes é correto, desde que o motivo seja o resgate da liberdade e dignidade roubadas à raça negra na época da escravidão. E não porque, meramente são negros, em si mesmos, como pessoas. Este último motivo seria, claramente, uma forma de reverter a discriminação. Resgatar a liberdade e a dignidade de todas as raças e classes escravizadas ou discriminadas no passado é um ato atual de compensação por todas as conseqüências negativas---diretas ou indiretas---advindas destes atos de dominação e discriminação.

Compensar conseqüências negativas, por sua vez, representa o pagamento que a sociedade deve efetuar a uma dívida contraída em épocas anteriores. Um vez efetuado o pagamento, a dívida cessa, ou seja, priorizar o ingresso de estudantes negros, e de outras raças, à universidades, implica uma "temporariedade" deste privilégio.

Creio que este enfoque gera uma luz para aclarar as discussões acerca deste assunto, além de ampliar os conceitos que também embasam os direitos de outras raças e classes. Dentro desta análise, ambos os lados estão certos : os que defendem a priorização e os que não a defendem.

Não seria correto uma determinada raça receber privilégios---por tempo indeterminado e sem uma motivação clara---, assim como não seria correto a sociedade nunca reconhecer os seus erros, corrigi-los e sanar as conseqüências negativas.

Portanto, as leis que regulamentam os direitos de raças, classes e segmentos sociais anteriormente prejudicados devem se inspirar no "resgate da liberdade e dignidade humanas" e na devida compensação temporária pelas conseqüências negativas provocadas.

Na prática, esta temporariedade pode ser por um número de anos (conforme o privilégio-compensação), a ser revisto em seu término, ou até que um estágio de equilíbrio social seja alcançado, independente do tempo. Digamos que, no caso aqui exemplificado, o privilégio de ingresso à universidade de alunos de raças atualmente exclusas, deva cessar no ano em que houverem formandos em números equilibrados e proporcionais em relação às populações das raças atualmente inclusas.

Esta problemática é bem–vinda, pois traz à tona todas as discriminações e diferenciações atuais resultantes dos atos de tirania e apropriação, inerentes ao ser humano. Tais atos, individuais e coletivos, são a causa básica de  todas as injustiças sociais, e a principal delas, até hoje muito evidente,  é a extrema desigualdade entre ricos e pobres. Neste sentido, seria muitíssimo aceitável a sociedade começar a pagar todas as suas dívidas, promovendo, além da inclusão educacional, a inclusão econômica---especialmente---a todas as raças, classes e segmentos sociais antigamente ou hodiernamente explorados e discriminados.

Finalmente, estudantes negros, indígenas e de outras raças ; estudantes de segmentos sociais prejudicados---todos limitados por suas condições econômicas---, e estudantes de classes mais pobres..... Famílias de afro-descendentes e de outras raças; famílias de segmentos sociais prejudicadas, todos, da mesma forma, limitados por suas condições econômicas---e finalmente, famílias das classes mais pobres, devem receber benefícios e recursos---inclusive a terra---, especiais e temporários, que representem o resgate da dignidade humana e a devida compensação por tantos anos de exploração, apropriação e separatismo que lhes foram ou lhes são impingidos historicamente.


Luiz A. V. Spinola, Fev/2008

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

AÇÕES MAIS RADICAIS PARA REFORMAR E TRANSFORMAR A HUMANIDADE - Necessidade premente - Enquanto há tempo - Os mais poderosos desejam estender a sua supremacia à custa de destruirem vidas - Suas conciências estão veladas pela ambição do poder - Crescimento na horizontal : em qualidade de vida e completa justiça social - Todos tem alguma culpa no que está acontecendo

Assunto: AÇÕES MAIS RADICAIS PARA REFORMAR E TRANSFORMAR A HUMANIDADE - Necessidade premente - Enquanto há tempo - Os mais poderosos desejam estender a sua supremacia à custa de destruirem vidas - Suas conciências estão veladas pela ambição do poder - Crescimento na horizontal : em qualidade de vida e completa justiça social - Todos tem alguma culpa no que está acontecendo


Após milhares de anos de civilização, ainda persistem
 extremos de riqueza e de pobreza.



DIVULGAÇÃO DE NOVOS VALORES E CONHECIMENTOS DE FORMA MAIS INCISIVA E RÁPIDA - Para uma necessária e urgente transformação da humanidade






Partes de um email enviado a um amigo :

Acho que vc está certo no sentido de atuarmos mais incisivamente, com mais rigor, com mais determinação, com mais radicalização. Vou aumentar o meu tom nos próximos artigos.

A LENTA TOMADA DE CONSCIÊNCIA
A questão é que tudo poderia ser mais devagar, no ritmo da lenta compreensão das pessoas e principalmente das autoridades. Mas, infelizmente, não há mais tempo para acompanharmos esta lenta entrada no mundo da verdadeira compreensão. É necessário aplicar técnicas mais impactantes e persuasivas, tanto pela divulgação através do conhecimento, como por manifestações.

O MAIS IMPORTANTE É O CONTEÚDO
Quanto à necessidade de um jornalista para a sua atuação, posso colaborar. Não sou jornalista. Mas se vc desejar, posso te ajudar a melhorar os seus textos. O mais importante é o que vc tem : vontade de mudar o mundo para preservá-lo para seus filhos, os outros seres humanos e todas as vidas. 

MUNDO SUPERPOVOADO
Estamos vivendo em um mundo superpovoado que já deveria, há muito, ter parado de crescer demograficamente e economicamente. E, de agora em diante, é necessário o crescimento horizontal, ou seja, aquele que busca a real qualidade de vida para as pessoas e a completa justiça social.

EXPLORAÇÃO DO HOMEM PELO HOMEM
Estamos profundamente estruturados em um sistema classista, onde os ricos e os mais fortes querem dominar a todo custo. Querem, melhor dizendo, continuar com a falsa liberdade (libertinagem) para permanecerem no controle e na exploração dos que estão aquém deles. Na verdade, todas as classes sociais são exploradoras. As mais fortes exploram as mais fracas.

DUPLICAR O NÚMERO DE EMPREGOS
Seria tão simples duplicarmos o número de empregos no Brasil, por exemplo, se todos concordassem em trabalhar em turnos de 5 horas. Todos ganhariam, inclusive o comércio e a indústria. A lentidão de conciência acha que seria moderno e estarei bem, reduzir a jornada de trabalho de 45 para 40 horas semanais. Isso é muito pouco. Os indivíduos buscam apenas seus próprios e imediatos interesses; as famílias e as classes querem tudo de bom e do melhor apenas para si; as regiões, os estados, as nações - cada um em sua esfera - estão imergidos no turvo clima de seus próprios interesses.

- AÇÕES URGENTES PARA UMA RÁPIDA E NECESSÁRIA TRANSFORMAÇÃO
- URGENTÍSSIMO SE COLOCA A NECESSIDADE DE AMPLA CONCIÊNCIA  PLANETÁRIA
- ESTÁ DEMORANDO PARA QUE OS HOMENS CONSIDEREM-SE OS PARTICIPANTES DE UMA SÓ FAMÍLIA....
Por isso, concordo com você : precisamos, antes que seja tarde e a destruição irreversível venha, tomarmos atitudes mais incisivas e impactantes. A humanidade precisa de "chaqualhões" para acordar !!

UM EXEMPLO : OS AGROTÓXICOS E A AGROINDÚSTRIA
A questão dos venenos nos alimentos, citada por você, é relacionada à exploração do homem pelo próprio homem porque uma agricultura baseada em insumos químicos e em agrotóxicos vem ao encontro dos interesses do grande capital, que quer produzir mais e mais através da mecanização (agroindústria). A desculpa deles é que só é possível alimentar 7 bilhões de pessoas através da agro-indústria química, ofensiva à saúde e ao meio ambiente, embora tentem ações amenizantes.

DE QUEM É A MAIOR CULPA
Até certo ponto eles tem razão, pois o problema principal está nas massas manipuladas que tardam em mudar os seus costumes. A maioria dos humanos quer mesmo é coca-cola em vez de laranja. A indústria irá produzir coca-cola e todos os alimentos indevidos que a maioria requer. Os maiores culpados são as pessoas mais conscientes, principalmente os políticos, que nada fazem - ou pouco fazem - para haver completa justiça social e leis rígidas que protejam eficazmente as vidas das pessoas e o meio ambiente.



Um abração, Maurício....E não desanima, não !!.....Vai em frente !!

NOSSA VONTADE TRANSFORMARÁ O MUNDO !!

 
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terça-feira, 9 de agosto de 2011

ECONOMIA COMPARTILHADA, UTOPIA OU PARCIALMENTE REALIZADE ? - Mais que Economia Solidária - Compartilhamento equânime de todos os bens e recursos conseguidos - Uma nova ética que se impõe para os relacionamentos, por opção consciente e não por tendência biológica - Por justiça e amor racional. - A humanidade está caminhando para esta forma de economia ? - Por consciência ou por necessidade ?....

Para os humanos, a economia compartilhada
 seria um super avanço....
porque os animais já a utilizam !!

ECONOMIA COMPARTILHADA - Realidade ou Utopia ?
Comunidades - Grupos - Tudo em comum - Em oposição à economia individualizada - Relação com os princípios do socialismo e comunismo - Como viviam os primeiros cristãos - Famílias - Clãs - Socialização dos recursos naturais e das potencialidades e habilidades humanas - Uma ética baseada na "justiça do amor social" - Responsabilidade pelo grupo, pela espécie humana - Todos assumem vantagens e prejuízos - Todos se assumem como integrantes de um grande indivíduo : o grupo, pequeno, médio, maior, que engloba toda a humanidade - Os estados modernos concretizam a economia compartilhada através do aumento dos benefícios sociais e da melhoria nos serviços públicos - A divisão dos bens e benefícios conquistados é feita de forma equitativa - Sem diferenciação de valores a diferentes funções ou profissões - Propriedade privada coletiva em oposição à propriedade privada individual.

                                                                                                                                                                       

"Os princípios da Economia Compartilhada foram desenvolvidos ao longo de
eras nas comunidades antigas, civilizadas ou indígenas, e provieram da
atração mística ao sobrenatural." - do autor


"Se pudéssemos voltar ao modelo de organização social do índio pré-colombiano, onde cada família ou comunidade produzia apenas para o auto-consumo, onde inexistia a ambição, o luxo e as castas sociais, todos seriam iguais, comeriam e se vestiriam da mesma forma. Este caminho, embora de dificílimo acesso e percurso, parece ser o único que pode levar a humanidade, a natureza e este planeta azul à sua salvação" !! - Do artigo de Salvador Ribeiro "Ainda há salvação para esta humanidade" ?



Luiz A. V. Spinola


A ECONOMIA COMPARTILHADA É POSSÍVEL ?

É possível a existência de uma comunidade de seres humanos baseada no compartilhamento de todos os recursos conseguidos ? Uma divisão equitativa de todos os valores monetários e bens, independentemente do quanto cada indivíduo possa contribuir ?....Isso é possível ?

Há dias venho pensando sobre este assunto, e como a mente tarda em retornar-me uma solução, coloco agora, no papel e nas letras digitadas os muitos questionamentos e proposições que naturalmente apresentam-se, esperando que, no desenvolver deste texto, muitas dúvidas possam ser aclaradas. Neste processo, a publicação certamente será de benefício para acoroçoar mentes a aperfeiçoarem a comprensão do conhecimento coletivo sobre tema tão interessante.

Momentos psicológicos de retração fazem, muitas vezes, as pessoas procurarem formas imaginativas de escape. O desejo de uma vida compartilhada parece ser um deles. De fato, uma vida em comum é um quase perfeito retorno ao estado familiar, onde e quando todos são tratados como iguais e tem suas necessidades, inclusive as afetivas, atendidas por dedicados pais ou por carinhosos irmãos e irmãs provedores.


UMA ECONOMIA PARA ALÉM DO INDIVIDUALISMO E DA "BONDADE"

Mas, então, como seria esta "sociedade utópica" ? A primeira pergunta que se faz é sobre a questão dos méritos. Seria justo um indivíduo contribuir, por ex, com quatro salários-mínimos, enquanto outro acresce ao "bolão" apenas um salário ?....Os participantes de uma sociedade igualitária teriam que elevar suas consciências para além da solidariedade. A solidariedade, na sociedade atual, pressupõe que quem a manifesta expressa uma bondade, ou quando muito uma atitude de cooperação visando o bem comum. Para a consecução de uma sociedade igualitária há que se ter, além da bondade, uma consciência interpretativa de uma nova justiça. Pode-se pensar assim : "Até hoje era justo retribuir-se com salários ou bens a cada um conforme os seus méritos e esforços". No entanto, na nova sociedade, considera-se justo, para além da bondade, dos dons, dos méritos e dos esforços, o reconhecimento e a devolução de direitos sociais, além da aceitação da responsabilidade do "indivíduo social". Depois discriminaremos mais sobre este assunto, que está ficando, por ora, muito teórico.

Afinal, como seria, na prática, uma viável sociedade que compartilhasse todas as suas entradas ?....Em um primeiro momento podemos supor que um grupo de pessoas com ideais afins, além deste - o de compartilhar valores e bens conquistados - teria mais possibilidades de sucesso. Além disto, se as pessoas e famílias deste grupo optassem por formas de vida mais simples, com certeza estariam facilitando a concretização de sua economia compartilhada.


A ÉTICA DO CRESCIMENTO EM QUALIDADE

Quando há disputa e concorrência por um lado e, por outro, esforço e apresentação de resultados, a sociedade progride rapidamente em muitos sentidos, especialmente no material.
Os indivíduos são estimulados a serem melhores a fim de ganharem melhores salários. O mundo tem evoluido desta forma, porém pode e deve ser diferente, por várias razões. Uma delas é a crescente apropriação, pelos humanos, sobre os recursos naturais. A sociedade está a evoluir, porém com quais custos ambientais ? Estes custos estão sendo pagos ? Não !! Nossa sociedade se apropria da natureza e a ela quase nada paga. Sua dívida já é incomensurável. É, pois, aconselhável que a humanidade adote uma ética de menor estímulo ao crescimento econômico e demográfico. Portanto, estimular maiores ganhos através dos muitos mecanismos da economia individualista e capitalista não é bom para o planeta terra e coloca em risco a sobrevivência de muitas espécies, além dos próprios seres humanos.

De agora em diante será melhor estimular a conquista de conhecimentos e habilidades que sejam úteis à sociedade, independentemente se os seus exercícios são bem remunerados ou não. O crescimento nesta nova era deve ser na horizontal, ou seja, em qualidade, tal como o alcance da completa justiça social e a possível harmonia com a natureza.


A ECONOMIA COMPARTILHADA, NA PRÁTICA

Embora possamos, posteriormente, imaginar variadas estruturas sociais baseadas na economia compartilhada, vamos agora nos ater àquela forma que vimos ser a mais adequada, ou seja, a de uma comunidade constituida por indivíduos portadores de ideais similares, além de serem amantes de uma vida simples.

Os ideais similares estariam, certamente, em harmonia com vontades de novas e humanas formas de convivência e com o genuíno respeito a todas as vidas e ao meio ambiente. Teorias e práticas alternativas seriam expressões deste objetivo final : uma busca da perfeita sincronização  às leis naturais e cósmicas. A vivência em ambientes simples, destituida dos excessivos atrativos tecnológicos e, principalmente, do exagerado consumismo, seria uma componente essencial ao sucesso desta almejada sociedade de economia compartilhada.

Independente de suas habilidades, aptidões, dons, dotes, propensões, estudos ou profissões, todos colocariam em um mesmo fundo todos os seus ganhos. A soma destes ganhos seria dividida igualmente pelos participantes produtivos, indiretamente produtivos e improdutivos, seja pelo retorno monetário ou pela oferta de bens e serviços necessários. Todos os que pudessem trabalhar assumiriam, como suas responsabilidades, os doentes, os adolescentes, as crianças, as grávidas, os idosos e aqueles que, por qualquer motivo, inclusive uma renitente indolência, não pudessem somar boas quantias ao "bolão de entradas".

Nesta hipotética comunidade - que estamos pensando de forma a facilitar o sucesso da economia compartilhada - o "bolão" poderá ser o lucro final de algum empreendimento em conjunto (ou empreendimentos). Se todos trabalhassem, por ex., na produção rural de mel, ou no plantio de banana e sua industrialização, seria bem mais fácil o compartilhamento de suas rendas. Todos ganhariam a mesma quantia, independente de suas funções.

No entanto, uma comunidade de ideais similares pode ter suas entradas através de diferentes maneiras : pelos trabalhos individuais de seus membros prestados à comunidade comum ; pelos resultados conseguidos em pequenas indústrias e na produção rural ; pelos ganhos com produções artísticas, intelectuais ou literárias, além de outras entradas, como as aposentadorias de alguns membros ou as rendas advindas de atividades comerciais.


AS BASES IDEOLÓGICAS

Antes de fazermos um exercício de maior detalhamento prático, vamos rever e enriquecer um pouco mais as bases ideológicas da economia compartilhada. Em primeiro lugar, a economia compartilhada, para os seres humanos, é uma opção a ser tomada. A tendênca natural entre os mamíferos é a do predomínio e da apropriação de territórios e recursos. Esta é, sem constrangimentos em reconhecer, a base econômica de nossa civilização. Entre os humanos o predomínio e a apropriação estenderam-se para o âmbito dos dotes naturais, dos dotes adquiridos e, finalmente, dos conhecimentos acumulados. Nada parece tão normal nos dias de hoje que a grande valoração da informações provenientes do conhecimento, nato ou adquirido.



QUAL DEVE SER A CONSCIÊNCIA DE UM PARTICIPANTE ?

A visão de um participante em uma sociedade de economia compartilhada tem que, necessariamente - e por adoção de uma consciência conquistada - ser uma outra visão, bem distinta do que comumente se entende. As propensões e os dons são tidos como valores doados. Mesmo a dedicação e o esforço aplicados a um estudo ou a uma profissão são vistos como dons, ou seja, tal característica - a de gostar de dedicar-se a uma pesquisa ou a um trabalho - foi-lhe concedida gratuitamente pela vida e, gratuitamente, seus resultados positivos devem ser também doados e compartilhados. A aquisição de posses advindas da ambição individual é nula, ou melhor, inexistente nos planos de ação de um consciente membro de uma comunidade de economia compartilhada. Ademais, o refinado senso de justiça do membro dita-lhe que todas as funções e graus de instrução são necessárias e imprescindíveis ao sucesso do conjunto dos empreendimentos humanos.


O PRINCÍPIO DA "ALTERIDADE"

O sentimento de um participante em um grupo de compartilhamento de recursos deve ser um inusitado sentimento humano de amor. Este amor "racional ou justo" pode ser o resultado do impulso do amor expontâneo e, especialmente, do reconhecimento da sutil justiça que deve reinar entre as relações dos seres humanos. Na opção da economia compartilhada o sentimento de solidariedade e de bondade se elevam ainda mais, para as alturas das plagas do justo amor universal. Tal amor não é "piegas" , é fruto de sua consciência ampliada, ou a consciência para além de si mesmo. Ele deixa de vivenciar apenas seus interesses pessoais para vivenciar "seus interesses individuais coletivos". Os termos atrás foram colocados entre aspas para salientar o princípio da alteridade, ou seja, a consciência de que o meu verdadeiro eu está integrado no outro e no todo, para além de mim mesmo, distribuido entre todos os outros indivíduos. Uns chamam este estado de "consciência planetária". É o estado em que as minhas conquistas (ou felicidades) e problemas (ou infelicidades) não são apenas meus, mas de todos os seres humanos. Por outro lado, as conquistas e os problemas dos outros também são os meus. Este é o princípio básico que fundamenta a economia compartilhada !


JÁ É PARCIALMENTE REALIDADE

Isto tudo parece tão utópico ? Não é, não !! As sociedades modernas experimentam, até certo ponto, a concretização destes princípios : são os programas de concessão de direitos sociais que crescentemente se contrapõem às insistentes forças neo-liberais. No Brasil, por ex., o vale transporte, o vale refeição, o salário família, os programas de melhoria dos serviços públicos e vários outros são expressões desta inexorável tendência de priorizar o social, o público, o outro, o coletivo, o que está para além de cada indivíduo. Em princípio, o estado toma riquezas dos que auferem maiores lucros e as transfere aos menos favorecidos dentro de uma sociedade que transita para uma mistura entre capitalista e socialista.
Na verdade, já vivenciamos até um certo ponto o conceito de economia compartilhada. Alguns estudiosos definem esta tendência, muito similar à Economia Compartilhada,  como Economia Social. Porquê, então, comunidades devem se excluir deste processo, que parcialmente é real e que parece tanto prometer ?


ECONOMIA COMPARTILHADA : UM MODELO PARA A SOCIEDADE FUTURA !!

Realmente, e felizmente, podemos esperar que a civilização adotará - em um futuro remoto - os princípios que embasam a economia compartilhada. Em um futuro remoto...ou mesmo não tão remoto....mas as forças reacionários são muito fortes, e com elas as mentes sonhadoras, de idealistas, não se conformam. Desejam concretizar, nesta geração - e em suas vidas - uma nova e adequada forma de convivência humana : a economia compartilhada !! Este é o principal motivo destas considerações e propostas. Sua missão é indispensável à evolução da civilização : serão os pioneiros e os modelos para uma Nova Humanidade !!

Pode continuar....

Luiz Antonio Vieira Spinola,
São Carlos, 2 de março de 2010

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domingo, 26 de junho de 2011

INTERNACIONALIZAÇÃO OU GLOBALIZAÇÃO, DESDE QUANDO ? - Integração entre nações - União dos povos - Unidade mundial - Princípios universais - ONU - Liga das nações - Organismos internacionais soberanos - Tendências mundiais - Um nova ordem internacional - Planetarização - Diluição das culturas ? - As invenções e o desenvolvimento científico também demandam maior grau de integração - Necessidade de união para enfrentar os graves problemas sociais e ambientais - Proteção mundial contra os poderosos que teimam em explorar pessoas, grupos, nações e blocos de nações - Unir-se em defesa da vida e do planeta - O sistema anarquico(sem governo indireto) e a democracia plena devem substituir as obsoletas formas de governo - Por um mundo possível, ou que possa, pelo menos, ser salvo !!

Publicação relevante nos Grupos e Blogs-Ambiente
Projeto de Educação Ambiental e Social para Escolas
Em Ambiente Ecológico - blog

INTERNACIONALIZAÇÃO OU GLOBALIZAÇÃO, DESDE QUANDO ?



PRIMEIRA MENSAGEM AO
“GRUPO AMBIENTE GLOBAL”



Foto : do site A sociedade como um todo


"Já chegou o tempo em que a humanidade precisa se unir na marcha ao desenvolvimento, pois de uma maneira cada vez mais crescente as nações se deparam com problemas coletivos e vêem a necessidade de adotarem soluções conjuntas." - frase de um jovem hoseide, em 1970


A civilização passou por vários estágios de desenvolvimento social. Famílias, tribos, clãs, nações, grupos de nações, e agora dirige-se à internacionalidade, ou à “aldeia global”.

O que marcou a transição de um estágio para outro foi sempre a intensificação dos problemas entre as unidades. Assim, as unidades tribais, quando experimentavam um excesso de problemas entre si, reuniam-se estrategicamente em um clã. Adiante, com a evolução das relações sociais, das invenções e dos conseqüentes problemas, os vários clãs de uma região agregavam-se em uma nação. Assim, muitas delas surgiram e se aperfeiçoaram em seus vários aspectos, cada uma mantendo sua identidade e suas características culturais. Nos dias de hoje os problemas entre as nações se avolumam, e não se vê outra alternativa senão a união das nações do planeta em torno de uma única agregação. 

 

Este processo, como vimos, desde os tempos mais remotos, mostra-se ser comprovado e decisivo. Um maior nível de associação para a solução de problemas é claramente uma característica das relações sociais humanas.( e entre animais, plantas e micróbios também!)

Sob uma outra perspectiva, pode-se defender que um outro elemento antecede os problemas e que, portanto, seria a verdadeira causa das agregações tendencialmente mais abrangentes : A contínua evolução científica e tecnológica. Sob este enfoque, esta afirmação não deixa de ser verdade. Os problemas acontecem, em grande parte, devido à inadequação social de uma unidade (um clã, uma nação, etc.) em harmonizar-se com o advento de novas invenções e recursos tecnológicos, e seus conseqüentes requerimentos. 

 

Ainda sob uma terceira perspectiva, poder-se-ia afirmar que as unidades de agregação se unem e transitam para um nível mais abrangente, movidas pela necessidade de se defenderem de líderes, organizações ou nações que avançam em seus desígnios de apropriação e imperialismo. A história é repleta destes exemplos, e comprova esta asserção. Famílias aproveitam-se dos recursos de outras famílias. Tribos e clãs se degladiam para tomarem mulheres, víveres e terras uns dos outros. Nações beligerantes e dominadoras expropriam outras e as submetem a seus jugos. Além das tendências imperialistas de alguns povos e nações da atual humanidade, uma peculiar unidade de agregação tenta emergir-se, impositivamente, no centro desta fase de transição : as corporações que representam os poderes econômico, classista ou ideológico. 

 

Nos dias de hoje, as nações e os blocos de nações teriam que se unir para enfrentarem os problemas econômicos, sociais e ambientais existentes entre as mesmas? Ou adotariam uma nova ordem mundial como necessidade imperiosa de se adequarem à intensa evolução científica e tecnológica dos últimos 170 anos? Ou, finalmente, iriam criar organismos internacionais soberanos para se protegerem do instinto ganancioso de apropriação e domínio que modernamente se manifesta em organizações econômicas expansionistas, em organizações ideológicas totalitárias, em classes sociais privilegiadas e no seio, mesmo, de algumas grandes nações? 

 

Um leque de conclusões e questionamentos surgem após tantas cogitações... Tentemos aclarar o futuro que nos espera. Envie suas opiniões sobre este assunto para o “Grupo Ambiente Global”, e compartilhe conhecimentos.

Se queremos um mundo melhor, ou que possa ser salvo, temos de nos unir!   *Um governo mundial.
*Uma moeda internacional
*Uma língua imparcial e adequada para unir os povos.
*Um tribunal universal.
( Princípios divulgados pela Fé Bahái há mais de 150 anos )

Estes e outros princípios são a solução para os graves problemas da atual humanidade?

Utopia ou necessidade...? 


Luiz A V Spinola, março/2007
(publicado inicialmente no grupo Ambiente Global
Reeditado no Ambiente Social - blog em 26 de junho de 2011

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“COLABORE PARA UM MUNDO MELHOR ! ESCREVA PARA ESTE GRUPO OU PARA OUTRO QUE TENHA FAMILIARIDADE.  NÃO HÁ MOTIVOS DE RECEIOS.
O MAIS IMPORTANTE É O CONTEÚDO CRIATIVO E INOVADOR E NÃO OS MEIOS E AS APARÊNCIAS !”  

 

“VOCÊ QUER PLANTAR ÁRVORES TODOS OS DIAS...?
FAÇA MAIS ATIVIDADES E EXERCÍCIOS FÍSICOS. QUANDO O CORPO SOA, ELE PEDE A INGESTÃO DE FRUTAS ÁCIDAS OU SEMI-ÁCIDAS. ESCOLHA AS QUE VENHAM DE ÁRVORES...MUITAS ÁRVORES !!!” 









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